Archive for Setembro, 2008

Seguradora AIG em risco de falência

Segundo a RTP Notícias a maior seguradora dos EUA, a AIG, “enfrentou hoje uma revisão em baixa da sua notação que coloca a empresa em risco de falência, estando ainda por apurar as consequências sobre as 40 mil apólices da empresa em Portugal.”

OS Estados Unidos está a atravessar uma grande crise financeira. Na passada segunda-feira, o quarto maior banco de investimento dos EUA, a Lehman Brothers, entrou em colapso, e agora quem também está em risco de entrar em falência é também a AIG se não conseguir obter novos financiamentos para assegurarem a sua sobrevivência.

“Em Portugal desde 1985, quando foi a primeira seguradora estrangeira no mercado português, a AIG tem na sua carteira mais de 40 mil apólices de seguros, contra as 200 quando a empresa entrou em Portugal.

Segundo informação da própria empresa em Portugal, a AIG conta actualmente com mais de 80 profissionais de diversas áreas, apoiados numa rede de 250 agentes”

Add comment 17 Setembro, 2008

Estudo sobre seguros

Segundo um estudo realizado pela Marktest (Basef Seguros), sobre os aspectos determinantes na avaliação para a aquisição de um seguro, 21,6% dos portugueses privilegiam o atendimento, em 2º lugar aparece o preço com 17% e o 3º factor é a rapidez de resolução de problemas com 15%. ( foram inqueridas pessoas que têm pelo menos um seguro).

Entre os que identificam o atendimento como o aspecto que mais lhes agrada na companhia, a idade é a variável que se revela mais discriminante, pois é a que mostra comportamentos mais heterogéneos entre os indivíduos.

O atendimento é mais valorizado no Interior Norte.

Entre as classes sociais não se observam comportamentos diferenciados, com os valores a variar entre 20,5% (classe média) e 22,1% (classes média baixa e baixa).

Add comment 9 Setembro, 2008

Chips nas matrículas

“Um dia depois da promulgação, pelo Presidente da República, do diploma que autoriza o Governo a colocar chips nas matrículas, já existe uma petição on-line com centenas de assinaturas. As dúvidas subsistem, inclusivamente da parte da Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD)

«Num parecer elaborado em Abril, a Comissão suscitou algumas dúvidas, que agora foram confirmadas pelo Presidente da República», recordou ao PortugalDiário Isabel Cruz, secretária-geral da CNPD. Inicialmente, existia a dúvida sobre se o Governo poderia legislar sem passar pela Assembleia da República, mas tal situação foi alterada e o diploma foi mesmo discutido, com polémica, no Parlamento.(…)

Com a autorização legislativa surgiu uma outra dúvida sobre a natureza do chip, se seria de monitorização por satélite ou local. O Governo explicou que seria local, colocando de parte o GPS e abrindo portas ao RFID (Radio-Frequency IDentification). Ainda assim, é algo que terá de ser esclarecido pelo próprio executivo durante a elaboração da lei, tal como a entidade que irá gerir os dados e a sua aplicação.

Em todo o caso, a Comissão terá de ser ouvida novamente, para emitir um parecer sobre a nova lei. Trata-se de uma tecnologia sem precedentes na União Europeia, pelo que a própria Comissão apresenta reservas, nomeadamente em relação a alternativas.”

Fonte: Diário iol

Add comment 3 Setembro, 2008


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